Apesar das promessas de maior rigor na liberação, os critérios usados para a saída continuam os mesmos. Uma única psicóloga avalia a saída dos internos e entre 8% a 10% dos beneficiados não retornam ao cárcere. "Nem todo preso passa por psicóloga porque não existe uma obrigatoriedade da legislação. Quando o juiz entende a necessidade, ele pede um laudo", afirmou a presidente do Conselho Penitenciário do Estado da Bahia, Alessandra Prado.
Mas há quem discorde da medida, entre eles estão delegados e agentes de polícia "Quanto mais marginais que ainda não tenham cumprido suas penas estiverem nas ruas, maior o perigo para a sociedade", afirmou o delegado Antônio Carlos Magalhães Santos, titular da 5ª CP (Delegacia de Periperi), uma das regiões onde mais ocorrem homicídios em Salvador.
Para ser beneficiado com a saída temporária, é preciso apresentar "bom comportamento", ter cumprido pelo menos 1/6 da pena e estar no regime semiaberto.
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